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Artigo “Os desafios da digitalização da formação”

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Publicado no site da CCIP – Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa

Autoria: Hugo Leitão | Senior Consultant | B-Training, Consulting

O paradigma da formação mudou inequívoca e especialmente de alguns anos a esta parte. Com o atual cenário de pandemia, foi claramente amplificado, tendo a grande mudança incidido essencialmente na modalidade de dinamização da mesma. Na impossibilidade de realização de formação presencial, a opção recaiu sobre a modalidade e-learning. Assume-se agora que a formação a distância, quando pautada por parâmetros de elevada qualidade, tem um potencial muito forte no processo de aprendizagem contínua ao longo da vida.

NÃO OBSTANTE A INCERTEZA DO QUE O FUTURO NOS RESERVA A NÍVEL GLOBAL, É INQUESTIONÁVEL QUE O DIGITAL ASSUME NO MOMENTO PRESENTE UM PAPEL AINDA MAIS PREPONDERANTE EM TODAS AS ÁREAS, MAS DE FORMA MAIS CONCRETA PARA AS EMPRESAS QUE DESEJAM MANTER A SUA COMPETITIVIDADE NUM MERCADO EXTREMAMENTE DINÂMICO E DISRUPTIVO.

Sendo a formação considerada um dos pilares fundamentais da gestão de recursos humanos e o maior impulsionador do desenvolvimento pessoal e organizacional, neste processo de fusão do mundo físico com o digital, a formação a distância, em especial o e-learning (aprendizagem totalmente a distância), começou a fazer parte da linguagem digital mais utilizada pelas empresas como forma de desenvolvimento de competências.

Nesta sequência, torna-se imperativo refletirmos sobre os desafios da digitalização da formação e toda a sua envolvente, isto é, a minha organização dispõe de todos os recursos técnicos e humanos necessários para este processo? Os recursos humanos dispõem da formação necessária para operacionalizar este processo de digitalização? Qual a melhor forma de concretizar o processo de digitalização garantindo a qualidade e rigor necessários, incorporando as melhores práticas internacionais e o know how de entidades especializadas?

Uma verdade amplamente aceite é que não se trata de um processo meramente tecnológico, ou seja, existem várias componentes, pelo menos três, a ter em consideração, desde logo:

  • a Plataforma E-Learning (LMS) deverá satisfazer as necessidades imediatas em termos da otimização das práticas de formação, mas também a longo prazo, através da possibilidade de atualizações inovadoras que permitam usufruir dos melhores recursos e funcionalidades;
  • o cumprimento das boas práticas internacionais, tanto técnicas como pedagógicas, é essencial para a durabilidade e aceitação do projeto. Assim, é necessário ajustar, como se de um diamante em bruto se tratasse, a LMS (plataforma e-learning) selecionada à organização e a eventuais certificações existentes (como é o caso da DGERT, PSP e outros programas operacionais como por exemplo o Portugal2020);
  • dotar os recursos humanos das devidas competências de gestão e administração da plataforma e-learning, assim como de planeamento, conceção e dinamização de conteúdos ao nível do ambiente online. Como em tantas outras situações, é essencial reter que o motor de todo o projeto são os recursos humanos que lhe são associados e a respetiva capacitação.

Nos últimos 10 anos, a B-Training Consulting tem apostado na prestação de serviços de Consultoria de E-Learning ajudando as empresas no processo da digitalização da formação. Tendo inequivocamente o fator inovação no ADN, na B-Training, Consulting juntámos a nossa forte componente pedagógica com a componente tecnológica, o que nos tem permitido oferecer um serviço diferenciador na área da formação a distância. Atualmente a B-Training, Consulting conta com um leque de clientes, desde PME até Grandes Empresas, que apostam continuadamente nos vários serviços que dispomos.

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